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Red Life

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Mensagem por thaynas em Qua 06 Fev 2013, 8:17 pm

Se The Mentalist fosse meu, Red John já teria matado Lorelei.

Esta fic é a minha estreia no mundo da criação de estórias e bem, espero que gostem do resultado. Por favor, comentem, como já sabemos eu sou nova nisto e preciso da opinião de vocês, independente de qual seja.


Sinopse: Patrick Jane, consultor da CBI é assassinado. É o que a mídia e quaisquer outras fontes dizem. Lisbon não sabe o que pensar, o que fazer ou como prosseguir, mas o mundo dá voltas inesperadas e certas surpresas acabam ocorrendo a quem menos se espera.


Outro dia corriqueiro na CBI, Rigsby e Cho interrogando suspeitos, Van Pelt atendendo telefonemas e fazendo pesquisas, Jane bebendo seu chá enquanto pensa como encurralar o assassino, Lisbon em sua sala adiantando o relatório do dia...

Ele tem uma ideia, mas antes algo mais importante havia de ser feito. Lisbon estava particularmente mal humorada, provavelmente por causa do comportamento "inapropriado" de Jane com o principal suspeito. Estava mais do que claro que o sr.Lopez era culpado de ter matado Lauren, sua cunhada, depois que esta ameaçou contar o caso dos dois para todos.
Chantagem nunca tem o efeito desejado com pessoas impulsivas, infelizmente a vítima não sabia disso. Prova do mesmo é que estava morta.

Embora Lisbon tivesse um ponto, Jane não estava arrependido por ter contado a família Lopez sobre a traição. Mas ela não iria ficar assim por muito tempo, Jane prometeu a si mesmo que tiraria um sorriso daquela policial ranzinza e isto seria sua prioridade.

“Pegar o assassino? Naaa, isso poderia esperar." -pensava ele-

"Ok, talvez ele tenha passado dos limites. O que ele estava pensando ao contar a menininha de sete anos que o pai dela estava tendo um caso com a "titia Lauren"? Inconsequente, irritante, problemático, infantil, ainda não sei como o suporto. Claro, ele fecha casos, mas quem tem que arcar com toda a papelada de reclamações sou eu. Realmente não o entendo, não tinha necessidade alguma contar esse aspecto do caso para a menina, ela não tinha culpa de nada e não deveria sofrer por causa da escolha do pai. Ótimo, tudo o que faltava era que sua cabeça começasse a doer. Bem, não falta mais. Tudo culpa dele. E falando no diabo...”.


“Pelo que pude observar ao entrar na sala, ela não estava com raiva, erro meu. Ela está realmente furiosa. O que é algo Interessante, considerando que as pessoas sempre ficam mais transparentes quando estão alteradas assim. Isso vai ser divertido.”

"Eu sei quem é o assassino."
"Sério, Jane? Achei que fosse a única."

“Oh, sarcasmo! A marca registrada de uma Lisbon nervosa. Aposto que se ela não fosse tão pequena, seria mais ameaçador do que fofo. “

A verdade é que poucos se davam o luxo de não estarem assustados com a bomba relógio que estava para explodir, mas não ele. Eles se conheciam bem demais para saberem como se portar em situações assim, era algo quase comum ficarem discutindo sobre um assunto irrelevante qualquer. Talvez relevante para ela. E isso só tornava tudo mais engraçado no ponto de vista de Jane.

“Você não vai perguntar como cheguei a essa conclusão?”
“Não.”

“Eu sei que você quer, não se faça de difícil pra mim.”

Estou realmente enlouquecendo ou ele colocou um quê de duplo sentido nisso? Dane-se Jane, estou farta de suas brincadeiras. E daí que ele tem um sorriso lindo? Foco Lisbon, foco.

“Eu não quero saber e não sei do que está falando”
“E se eu te dissesse que posso fazê-lo confessar, você se sentiria mais interessada?”

“Me permita deixar algo claro para você; se sabe que ele é o culpado e tem provas disso, seu dever como cidadão é entrega-lo. Caso contrário eu posso te prender por obstrução da justiça e até mesmo por cumplicidade.”

Wow. Ela está realmente furiosa. E a julgar pelo modo como ela baixou o tom de voz assim que começou a falar mais alto, sua cabeça está doendo. Estado de emergência decretado.

“Tudo bem, tudo que preciso são cinco minutos com ele na sala de interrogatório, nada mais.”
“E como você pretende fazer em cinco minutos algo que Cho e Rigsby juntos não conseguiram em três horas?”

“Lisbon, confie em mim. Não é o que se pergunta, é como. Posso...?”

“Cinco minutos, não mais. Estarei contanto.”

Jane lhe sorriu do jeito que sempre fazia quando conseguia o que queria enquanto segurava a porta para que Lisbon passasse. Um perfeito cavalheiro. Ou seria um perfeito encrenqueiro? Sinceramente, acredito que um pouco de ambos. O importante no momento era que apesar de tanto trabalho, eles fechariam mais um caso como sempre. Até este ponto, nada de especial, nada de anormal ou diferente. Por enquanto eles não tinham ideia do que os esperava dali a algumas horas.

Como a inocência de quem é surpreendido, eles não têm ideia da tempestade que se aproxima. Ainda está no horizonte, mas há relâmpagos no ar. Nenhum deles está ciente da turbulência que se forma. Será que eles não podem sentir a crepitação da eletricidade no vento ou estão apenas cientes demais da pequena tensão não resolvida entre eles? O primeiro sinal da tempestade não é o crepitar de um trovão, mas a insistente calmaria que se agarra a tudo.
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Mensagem por Ana Lopes em Qui 07 Fev 2013, 1:41 am

Olha achei bem intrigante, agora vai ter que continuar,

Jane assassinado? qisso morreremos juntos!

Só pode ser um plano dele...continua aí que eu quero saber.
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